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Inventário de usos de IA: o primeiro registro que sustenta tudo

O inventário de usos de IA é o registro estruturado de onde a inteligência artificial é usada na organização, com finalidade, dados, pessoas afetadas e responsável. É o ponto de partida da governança porque nenhum risco, controle ou obrigação pode ser avaliado sobre um uso que ninguém enxerga.

Campos que tornam o inventário utilizável

Um inventário curto e mantido vale mais que um cadastro extenso e abandonado.

  • Descrição do uso em linguagem de negócio e área responsável.
  • Finalidade e decisão que o uso apoia ou automatiza.
  • Dados envolvidos, incluindo presença de dados pessoais ou sensíveis.
  • Pessoas afetadas pelo resultado.
  • Fornecedor, modelo ou componente utilizado, quando conhecido.
  • Criticidade, controles associados e data da última revisão.

A IA que já está dentro de ferramentas contratadas

Grande parte dos usos não nasce de um projeto: aparece como recurso novo em um software já usado pela equipe. Por isso o inventário precisa de um caminho simples para registrar um uso e de revisão periódica dos fornecedores.

Do inventário à decisão

O inventário rende quando cada registro se conecta às obrigações que o alcançam, aos riscos avaliados, aos controles definidos, às evidências correspondentes e à decisão que autorizou o uso.

Perguntas frequentes

O que deve constar em um inventário de usos de IA?

Descrição e finalidade do uso, área e responsável, dados envolvidos, pessoas afetadas, fornecedor ou componente, criticidade, controles associados e data da última revisão.

Com que frequência revisar o inventário?

Em ciclos periódicos definidos pela organização e sempre que o uso, o fornecedor, os dados ou as obrigações mudarem.